"Serei sonhador e viverei a expectativa de títulos e conquistas."
“ENTRE OS MOINHOS DE VENTO"
Era uma vez um reino. Aos olhos mortais sua onipresença era marcante.
Contudo, igual a qualquer povo de bem reunido em torno de uma bandeira, tal reino encontrou alguns percalços pelo caminho. Alguns motivados pela fatalidade, outros motivados pelo desejo de poder.
A fatalidade nos ensina a cair, levantar e continuar a nossa epopéia. Seguir a passos largos pela estrada do tempo.
Entretanto a sede pelo poder corrompe os homens; faz deles servos da cobiça e da ganância. Pessoas que falam de si e para si, ouvindo apenas aqueles que dizem sim.
Assim sendo, inconformados com a tirania que passou a assolar seu reino, o povo pôs-se a lutar pelo retorno incondicional da democracia. Suas vozes vinham do papel escrito, dos pontos de vista e das horas dedicadas com as novas idéias. Indiscutivelmente participativos, eles não se importavam com a doçura ou com o fel das palavras. O importante era falar, denunciar, bradir ... aos quatro cantos. Cada um era seu próprio líder, não se esquecendo do bom senso e do objetivo fundamental da demanda.
A tirania caiu e todos comemoraram. Era preciso continuar a escrever a história e por isso homens de bem foram alçados aos lugares certos. Porém, a ansiedade apresentou armas e muitos dos que lutaram lado a lado passaram a ser exorcizados. Infelizmente, parte do entusiasmo fora drenado.
Seria o fim do exército de fidalgos cavaleiros? Aqueles que alguns chamam de “mídia alternativa” ou ... “Mídia Palestrina”?
Digo ao som dos copos do ”L´osteria”: Jamais!
“Morrerei como um Quixote a cavalgar o dorso do corcel Rocinante. Serei sonhador e viverei a expectativa de títulos e conquistas. Continuarei um humilde torcedor de arquibancada, do tipo que pede pouco e oferece muito ... E quando faltarem forças, motivadas pelos longos anos, eu aplaudirei todos ao meu redor, pois cada um deles tem o mesmo sangue de alviverde apaixonado”.
Contudo, igual a qualquer povo de bem reunido em torno de uma bandeira, tal reino encontrou alguns percalços pelo caminho. Alguns motivados pela fatalidade, outros motivados pelo desejo de poder.
A fatalidade nos ensina a cair, levantar e continuar a nossa epopéia. Seguir a passos largos pela estrada do tempo.
Entretanto a sede pelo poder corrompe os homens; faz deles servos da cobiça e da ganância. Pessoas que falam de si e para si, ouvindo apenas aqueles que dizem sim.
Assim sendo, inconformados com a tirania que passou a assolar seu reino, o povo pôs-se a lutar pelo retorno incondicional da democracia. Suas vozes vinham do papel escrito, dos pontos de vista e das horas dedicadas com as novas idéias. Indiscutivelmente participativos, eles não se importavam com a doçura ou com o fel das palavras. O importante era falar, denunciar, bradir ... aos quatro cantos. Cada um era seu próprio líder, não se esquecendo do bom senso e do objetivo fundamental da demanda.
A tirania caiu e todos comemoraram. Era preciso continuar a escrever a história e por isso homens de bem foram alçados aos lugares certos. Porém, a ansiedade apresentou armas e muitos dos que lutaram lado a lado passaram a ser exorcizados. Infelizmente, parte do entusiasmo fora drenado.
Seria o fim do exército de fidalgos cavaleiros? Aqueles que alguns chamam de “mídia alternativa” ou ... “Mídia Palestrina”?
Digo ao som dos copos do ”L´osteria”: Jamais!
“Morrerei como um Quixote a cavalgar o dorso do corcel Rocinante. Serei sonhador e viverei a expectativa de títulos e conquistas. Continuarei um humilde torcedor de arquibancada, do tipo que pede pouco e oferece muito ... E quando faltarem forças, motivadas pelos longos anos, eu aplaudirei todos ao meu redor, pois cada um deles tem o mesmo sangue de alviverde apaixonado”.
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5 comentários:
A vontade férrea e a persistência são caminhos para o sucesso. O povo de nosso reino está feliz. Foi nomeado o comandante do nosso exército. Agora é combater o bom combate e colher os frutos de dulcíssimas vitórias.
BELO TEXTO.
ABRAÇOS.
Bravíssimo, bravíssimo. É preciso ter tempo de estrada pra entender o que se passa nesse reino.
Inspira muito. "Vontade férrea", "persistência", eu diria até tenacidade.
Boa tarde catedral,
Vc e seus belos textos. Catedral quero saber uma coisa, o que pensa de Jorginho continuar comandando a equipe?
Grande abraço!!!!
De tempos em tempos nosso reino verde é varrido por interesses que, se são inerentes ao mundo da bola, não deveriam se imiscuir naquilo que nos representa mais do que simples comércio!
Belo texto!!!
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