29/07/2008

"29) HOMENAGEM AOS BRAVOS HERÓIS QUE LUTARAM NOS PAMPAS"


" Nossa linha ofensiva foi valente, embora isolada."

"HOMENAGEM AOS BRAVOS HERÓIS QUE LUTARAM NOS PAMPAS"

Disputaremos a Copa Libertadores de 2009!

Utopia? Ufanismo? ... Apenas sensibilidade de torcedor!

Contudo, antes da América, chegaremos com reais chances à conquista do título brasileiro. Afinal, não há pelos quatro cantos do país uma equipe notável, capaz de ser chamada de invencível. Assim sendo, valorizemos o desempenho da equipe de Palestra Itália.

Independente dos desfalques (e eles fizeram a diferença), nós suportamos as dificuldades e alcançamos nossos objetivos - somar um resultado satisfatório, para que não perdêssemos contato com nossos principais adversários.

Uma defesa formada na sua essência por três rebatedores, não pôde prescindir de Marcos e suas intervenções pontuais.

Transpirando mais do que criando, nossa linha de meia cancha cumpriu a tarefa de bloquear as investidas do setor criativo do adversário. A trinca de batedores, Sandro, Jumar - surpreendentemente bem – e Diego Souza, patrulharam a área palmeirense com eficácia, possibilitando nossos contra-ataques, embora eles fossem esporádicos – aos alas cabia a responsabilidade de puxá-los, porém, preferiram eles conservarem-se na linha defensiva.

Nossa linha ofensiva foi valente, embora isolada. "O juiz pouco permitiu a Kléber". Mesmo assim, o "tanque alviverde" deu trabalho. Basta recordarmos a penalidade máxima sofrida por ele, após assistência do camisa nove, Alex, que por sua vez manteve a boa média de gols, deixando sua lembrança nas redes sulinas.

Ficou evidente que a disparidade técnica entre a SEP e o atual líder do campeonato é grande. Em condições meteorológicas normais, completos e jogando com seriedade, venceríamos os gaúchos.

Luxemburgo comentou após a partida que, o Palmeiras vai chegar à ponta da tabela, da mesma forma que fez no campeonato estadual. Inclusive, ele voltou a brilhar na beira do gramado. O "baralho" está de volta.

Concentrados, tornamo-nos competitivos; um dos melhores. Mas, nunca poderemos esquecer quando tudo começou: "Porto Alegre, chuva, obstáculos, e homens buscando a imortalidade de seus nomes, perante a comunidade verde e branca".

26/07/2008

"28) ESPERANÇA"


" ... Não se esqueçam de nossos guerreiros alviverdes ... Eles podem surpreender."

"ESPERANÇA"

Novamente estamos entre os quatro primeiros. Entusiasmo? Não é para menos!

Vencemos nosso adversário de maneira convincente, mediante conceitos previamente estabelecidos - humildade, objetividade e espírito de equipe.

Superamos a crise implantada pela "imprensa", onde o jornalista tendencioso constrói a "estória", deixando a "História" de lado.

Definitivamente provamos, mais uma vez, o amor incondicional do torcedor pela equipe. As arquibancadas de cimento armado, tomadas pelo público, eram a resposta da "lendária torcida que canta e vibra", a todos aqueles que duvidaram da força e empatia existente entre "admiradores e admirados".

Diego Souza (amado e odiado, impossível ser indiferente), Alex e Leandro (principalmente nosso lateral) foram destaques, além de constatarmos que marcar com assiduidade, evitando que nossos zagueiros fiquem expostos, não fere ninguém, e ajuda no resultado final.

Claro, não levantamos a taça, mas trouxemos alegria e esperança aos simpatizantes de nossas cores. A cidade de Porto Alegre nos parece bem menos assustadora e poderá tornar-se marco de nossa arrancada rumo ao título nacional.

Deixem que o adversário cante vitória, achando-a líquida e certa. Mas, não se esqueçam de nossos guerreiros alviverdes e de suas capacidades individuais e coletivas. Eles podem surpreender.

22/07/2008

"27) ASAS DE CERA"


"['A faca entre os dentes'] deixou de ser característica alviverde."

"ASAS DE CERA"

Diz a criativa mitologia grega que, Dédalo e seu filho Ícaro, prisioneiros do Labirinto de Creta, escaparam de lá se utilizando do dom de voar como pássaros, mediante a manufatura de asas, feitas de penas de vários tamanhos, e estruturadas em cera.

Contudo, era necessário voar longe dos raios do sol, para que estes não derretessem as frágeis estruturas confeccionadas.

Ícaro, ao respirar a fragrância da liberdade, pôs-se rumo ao sol, inebriado pelo brilho vindo dele. Levado pela soberba, não viu suas asas derreterem, levando-lhe à morte, no fundo do Mar Egeu.

Acreditamos que outros "Ícaros" igualmente chegaram ao fundo do mar.

A falta de humildade leva o homem a esquecer detalhes importantes de sua conquista, tornando-lhe refém de sua superficialidade. Assim sendo, reavaliar a trajetória do caminho, a despeito do sucesso alcançado, é renascer com inteligência, conhecimento de causa e busca de sabedoria.

"A faca entre os dentes" deixou de ser característica alviverde. Aquele "sangue nos olhos" que tantas vezes fez furor, hoje é quadro na parede, lembrança de um campeonato estadual.

Uma "defesa que ninguém passa"? Sinceramente, permitam-me silenciar. Todavia, digo: "Marcos continua imune aos malefícios do universo".

Léo Lima e suas assistências - duas, dois gols - confortam-me, assim como Alex na ponta da tabela dos artilheiros do campeonato é digno de elogios.

Afora isso, vivemos da memória de um primeiro semestre inesquecível e da esperança de equilíbrio que teima demorar.

19/07/2008

"26) RENASCIMENTO ALVIVERDE"


"Na linha ofensiva, Kléber - o melhor do jogo - foi venenoso, levando a morte aos anseios do clube do bairro das Laranjeiras ..."

"RENASCIMENTO ALVIVERDE"

Entre críticas e cornetas, superamos incólumes ao resultado de domingo. Ele não foi eficaz o bastante para exterminar nossos objetivos. Nossos adversários, da próxima vez, precisam ser mais perspicazes quando pensarem em varrer da memória do futebol, o nome da "Sociedade Esportiva Palmeiras".

Assim sendo, nosso próximo obstáculo veio da cidade do Rio de Janeiro. Era carioca e tricolor. Adulado pela imprensa da "cidade maravilhosa", seus atletas revezavam-se entre o cínico humilde e o arrogante das entre linhas.

Para quem projetava mais um capítulo da série "inferno alviverde", decepcionou-se. Na medida certa e ao sabor dos mais austeros torcedores, despachamos a soberba dos finalistas da Copa Libertadores rumo aos braços do "Cristo Redentor".

Vencemos, sim, de forma arrebatadora e indolor. Fomos objetivos e despojados de qualquer preconceito quanto a quem marca ou quem é marcado. A única diferença entre Sandro - um dos três melhores - e Valdívia - aceso na partida - era a tarefa a ser executada, contanto que o Palmeiras prevalecesse ao final.

Pelas laterais - Élder e Leandro (imprescindível) - hastearam as bandeiras de nossa preponderância.

Na linha Ofensiva, Kléber - o melhor do jogo - foi venenoso, levando a morte aos anseios do clube do bairro das Laranjeiras; e Denílson - com seus dribles, passes e lançamentos (mais que isso, assistências) - demonstrou não ser um jogador comum.

Como é bom assistir no palco de Palestra Itália, atletas da estirpe de Léo Lima e Diego Souza volitando e embalando a bola, por intermédio do som que ponteia das estruturas de cimento armado.

Marcos, nossos gigante das molduras, desta vez repousou. Descanso merecido dos heróis.

Os outros guerreiros palestrinos podem ser chamados de coadjuvantes, mas, não menos importantes. No espírito de equipe, comprometido com o resultado coletivo, encontramos mudanças sensíveis, se compararmos com jogos anteriores.

Enfim, que venha Goiânia! O equilíbrio esperado por toda a torcida está próximo. Estar entre os quatro ponteiros do campeonato é real aos nossos olhos.

15/07/2008

"25) CARTA ABERTA AO TORCEDOR"


"É preciso personalidade na hora de defender a bandeira verde e branca."

"CARTA ABERTA AO TORCEDOR"

Não é possível continuarmos na inércia, assistindo as derrotas sofridas, como meras fatalidades ocasionais.

Nosso clube, pleno em conquistas, deve ser gerenciado por homens convictos de suas capacidades e com metas a serem alcançadas. "Não há espaço para dúvidas".

É preciso personalidade na hora de defender a bandeira verde e branca. Não basta profissionalismo. "A Sociedade Esportiva Palmeiras não é laboratório".

"A lendária torcida que canta e vibra" merece a mesma fidelidade que oferece."A cada jogo assistido, é necessário presentear-lhe com onze guerreiros a lutar pelo prêmio maior".

Somos a favor de críticas que permitam servir de trampolim para novas idéias, acrescentando ao cotidiano da família alviverde, e fazendo de nossa voz, algo que tenha lógica ao clamar por mudanças.

Detalhe: "Não falamos de mudanças de homens ou nomes. Abordamos, sim, a mudança de filosofia de trabalho, que deve ser rearticulada às novas necessidades".

Enfim, devemos negar toda e qualquer oportunidade da simples "modalidade participativa de campeonatos".

Anos a fio sofremos com o amargo sabor de sermos humilhados pelo "nefasto, bom e barato". Não é hora de cairmos no erro crasso do planejamento.

12/07/2008

"24) ENTENDER OS FATOS PARA PODER AJUDAR"


" ... aguardamos por dias melhores, que não limitem nosso contentamento ... ao garimpo por veios de ouro (gols), de nosso camisa nove (o melhor do jogo) ..."

"ENTENDER OS FATOS PARA PODER AJUDAR"

Ontem (na verdade, quinta feira próxima passada), em Palestra Itália, a cornetagem alastrou-se de forma implacável. Enquanto a torcida - merecedora de destaque - incentivava a equipe, "alegres comadres" contentavam-se a enxergar erros.

Indiscutivelmente, contra a equipe catarinense, não fomos a "esquadra" dos sonhos. Mas, será que alguém lembrou dos desfalques que estamos carregando por dois jogos?

Praticamente, uma linha defensiva inteira (Élder, Gustavo e Leandro); Martinez na meia cancha; e Kléber no ataque. Pois é, em um país de planejamentos mirabolantes, onde o que o homem escreve hoje, não cumpre amanhã, ausencias em expressivo número dificultam qualquer trabalho.

Não podemos esquecer dos fatores "entrosamento" e "emocional". Afinal, mais de "dezenove mil" palmeirenses incentivando; jogando juntos; e cobrando entrega total ... aos mais jovens deve pesar.

Agora, inclusive os demonstradores de um certo amor passional pelo Palmeiras (aos quais me incluo) não podem permitir passar em branco, algumas curiosidades. Valdívia, por exemplo: "Não lhe parece, torcedor alviverde, que ele está insatisfeito com algo?"

Todavia ... aguardamos por dias melhores, que não limitem nosso contentamento ao burocrático jogo de Léo Lima; ao garimpo por veios de ouro (gols), de nosso camisa nove (o melhor do jogo); ou pelo malabarismo de Denílson ... seus quinze minutos de fama ...

Essa resposta por dias melhores deve chegar rápida, às custas do "espírito de equipe" e "estratégia" - e aí, contamos contigo, Luxemburgo!

Nosso próximo adversário, mesmo que a História diga o inverso, sua venerabilidade quer nos provar. Varrendo da memória de seu simpatizante, acontecimentos pontuais de sua história, não permite um êxodo de suas colunas. Seria uma vergonha para si, a descoberta dos fatos ocorridos no passado.

Vencer - para eles - é questiúncula de "honra". Como?

"Sinceramente, honra diz respeito à ética, algo que homens dissimulados nunca entendem bem".

Independente dos códigos morais que venham por aí, cuidado! A "mídia oficial" - parte dela tendenciosa - responsabiliza-se pela política de propaganda contraria à verdade.

Aliás, "política de propaganda" não te lembra começo do século XX ... incidente internacional ... líder de massa ... populismo ... anti-semitismo ...

08/07/2008

"23) GOLEIRO QUE NINGUÉM PASSA"


" ... Deus salve Marcos! "

"GOLEIRO QUE NINGUÉM PASSA"

Vencemos em BH! Mas, não empatamos? Da forma que foi ... saímos no lucro.

E pensar que o Atlético - pelas vias normais - jogaria a tolha com meio tempo.

Na verdade, nos faltou técnica apurada, confiança e espírito vencedor. Virtudes que sobraram para Marcos, Gladstone e Diego Souza - os últimos dois, com alguns retoques.

No gol de falta, por exemplo, Diego Souza foi o artífice, e a bola - caprichosa - entrou na forquilha, lembrando-nos dos maiores mestres da arte do arremate.

Porém, eu insisto no que falei no terceiro parágrafo, discretamente: Não fosse Marcos ... talvez, as chances produzidas pelo econômico ataque palmeirense fossem legadas a zero absoluto.

Nosso goleiro e patrimônio, mais uma vez foi o diferencial. O que não defendeu, desviou com o olhar.

Até quando poderemos contar com seus milagres, goleiro de nobre figura? Como seria bom pela infinitude do tempo! Todavia, ele é implacável.

Resta ao torcedor alviverde respeitar-lhe por tudo aquilo que fez, rogando aos céus e evitando falácias heréticas - desculpe-me pelo paradoxo : "Deus salve Marcos!"

05/07/2008

"22) MOSAICO"


"Enquanto comemorávamos a chegada do futuro, com a 'Arena Palestra Itália' instalando-se em nossos pensamentos mais reservados ..."

"MOSAICO"

Vamos para Belo Horizonte? Com certeza! Desfalcados, mas, na expectativa de que o ponto de equilíbrio tenha chegado e marcado de vez o caminho de nosso elenco.

Não vamos citar Cavalieri ou Henrique (embora algumas notícias positivas digam de seu possível retorno), mas, deixar de contar com Gustavo, Leandro, Valdívia e Kléber, além de dúvidas de última hora (Élder e Pierre), parece-me muito, mesmo para quem têm alternativas acima da média.

A seriedade com a qual Mauricio joga, conforta-me. Espero um entrosamento entre ele e Gladstone dentro de limites aceitáveis, que não nos comprometam o resultado do cotejo.

Jefferson leva jeito. Aguardo surgir em breve, um lateral de extrema ousadia, típico dos melhores que já desfilaram pelos gramados, vestindo nossa camisa.

Agora, o que dizer da ausência do "Mago"? Ele continua dando as cartas em nossa meia cancha. Pior, o fim parece estar próximo. Notícias negativas dizem de uma singela diferença, afastando-lhe do mercado ibérico. Por enquanto, prefiro pensar em Pierre como cabeça de área; Léo Lima e Martinez responsabilizando-se pela passagem de bola, entre a linha defensiva e o ataque; e na liberdade a Diego Souza, como ele nunca possuiu.

Finalmente no ataque, parece-me que Denílson é a escolha. Alguns acreditam em sua utilidade (dentre os quais me incluo), outros preferem presentear-nos com a voz do silêncio. Todavia, Lenny pode ser a surpresa da cartola do “Mágico Luxemburgo”.

Embora as dificuldades teimem bater à nossa porta, acredito na SEP.

Acredito tanto na vitória que, deixo a equipe concentrada, pensando exclusivamente no "Galo", passando a abordar outros motes que marcaram o cotidiano alviverde.

O choque entre "Mancha" e "TUP", por exemplo, indicava desdobramentos futuros.

Enquanto comemorávamos a chegada do futuro, com a "Arena Palestra Itália" instalando-se em nossos pensamentos mais reservados, o Ministério Público "visitava" a sede da Mancha, encontrando desde o expediente trivial, até sobras do fogo infernal, que fariam o "inferno de Dante" corar.

Não vamos estabelecer aqui, juízo de valor. Não é o caso. Porém, beira a ingenuidade, a atitude de alguns membros da torcida. Um dos detidos pelo Ministério Público e Polícia Militar, entrevistado por um repórter, sobre o motivo de ser conduzido à delegacia respondeu, não com a mesma sutileza nas palavras: "Devido à minha folga!".

Graças à Providência - não enxerga quem não quer - as torcidas uniformizadas apresentam o outro lado da moeda, envolvendo-se em projetos de pura filantropia. Não seria a hora de separar o joio do trigo? Alguns colegas da "Mídia Palestrina" indicam inclusive que, reduzir o contingente poderia ser uma alternativa interessante. Honestamente, não tenho ponto de vista formado. Com a palavra, os líderes das organizadas.

Violência é problema social e não é exclusividade de torcedores palmeirenses. Gostaria de ver o Ministério Público atuando junto a outras torcidas, de outros clubes, com a mesma freqüência.

Excessos acontecem e dever ser coibidos. Mas para que não se instale a teoria conspiratória da lei, é preciso evocar os direitos iguais a todos os membros da cidadania.

01/07/2008

"21) PARABÉNS PALMEIRAS!"


"[Ele], por sua vez, voltou a encantar através do gol anotado, demonstrando que pode ser útil, tanto quanto foi no campeonato estadual, compondo elenco e sendo alternativa."

"PARABÉNS PALMEIRAS!"

A cadência adotada pela equipe verde e branca, aliada à troca de passes, com rotatividade constante, deu o tom exato de nossa forma de jogar frente ao Náutico, possibilitando uma harmonia, como há muito tempo não víamos, entre defesa, meio de campo e ataque. Tudo resolvido? Negativo! Mas, é o caminho.

A cobrança de penalidade máxima efetuada pelo nosso matador vem fazendo escola. Pelo menos dois outros gols foram anotados com as mesmas características, neste final de semana.

Denílson, por sua vez, voltou a encantar através do gol anotado, demonstrando que pode ser útil, tanto quanto foi no campeonato estadual, compondo elenco e sendo alternativa.

Gladstone, embora não tenha a mesma habilidade do zagueiro Henrique, surpreendeu satisfatoriamente.

Estamos entre os quatro melhores. Nada mal para quem precisa vencer seus adversários e calar, constantemente, as cornetas das “Alegres Comadres de Palestra Itália”.

Comemoramos nossa vitória de número “Quatrocentos” pelo campeonato nacional (contabilizando todos os jogos disputados, ao longo da história). Agora, fazemos parte do seleto grupo de equipes com este feito.

Não poderíamos deixar de falar da maior conquista de todas. Aquela que marca a passagem da “Mídia Palestrina” pela história da SEP. Sim, porque não fossem as atitudes tomadas por estes veículos originários do seio da família alviverde, com certeza, estaríamos à mercê de políticos nefastos, que sempre procuraram seu sucesso pessoal, relegando aos verdadeiros torcedores, as sobras da ceia.

Parabéns Palmeiras! A “Arena Palestra Itália” nos pertence, apesar dos três cavaleiros apocalípticos que negaram voto ao expressivo projeto. Aliás, como é bom poder repetir a frase “Construir para poder conquistar! Acreditar sempre!” Ela espelha o que sinto agora.